Um dos blogues mais bonitos e originais e que merece ser visitado mais do que uma vez, pelas suas curiosidades, historias num mundo magico, videos de musica e cinema, entre muitas outras coisas...
(Dito por um fã)

_____________________________


O primeiro passo para superar o bloqueio de escritor não é começar a pensar, mas começar a escrever." ~*~ Christopher Rice.

Pesquisar neste blog

A Minha Melhor Amiga

Daisypath Friendship tickers
Se eu tenho um contador de namoro, porque não um contador de amizade?? ;)

Namorando...

Daisypath Anniversary tickers
Um dia sem ouvir a tua voz é como descobrir que o mar morreu.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Hungria-Portugal

Trocar o brilho sem eficácia por uma eficácia pouco generosa. Foi este, em síntese, o destino de uma Selecção portuguesa que ao conseguir uma vitória mínima em Budapeste se manteve na corrida ao Mundial 2010. A vitória da Suécia em Malta mantém a equipa portuguesa na dependência de terceiros, mas o essencial foi garantido, quebrando-se o enguiço de quatro anos sem vitórias frente a adversários directos em fases de apuramento.

Carlos Queiroz manteve o losango e juntou-lhe Liedson, para acrescentar competência de finalização. Mas quem esperava losangos com açúcar viu as contas furadas por um jogo intenso, lutado, e em que o esforço e a competência relegaram o talento para um plano secundaríssimo.

No futebol não há vitórias menores, e muito menos para quem está nas circunstâncias delicadas da Selecção portuguesa. Mas que a vitória de Budapeste tenha sido conseguida no primeiro remate do jogo, após um livre de Deco desviado pela cabeça de Pepe (10 m), eis o que não pode deixar de ser visto como uma piscadela de olho do destino.

A lesão de Deco, nos minutos iniciais da segunda parte, apressou a entrada de Simão, e Queiroz respondeu voltando a mudar o desenho da equipa. A ideia seria dar a um apagado Ronaldo espaços para conseguir nos flancos os desequilíbrios que raramente lhe consentiam pelo meio. A opção não resultou, porque a intensidade dos duelos a meio-campo não permitia alimentar o trio ofensivo.
E adivinhavam-se uns minutos finais sofridos, à medida que a tímida Hungria se tirava de cuidados e ia colocando mais gente nas imediações da área. Foi a altura de Pepe e Bruno Alves brilharem com a intensidade que nunca foi permitida aos artistas, embora a entrada feliz de Nani pudesse ter contribuído para abreviar o sofrimento de uma vitória em forma de batalha. E as batalhas, por mais decisivas que sejam raramente são bonitas de ver.

Sem comentários: